quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Croquis





Um croquis (palavra francesa eventualmente aportuguesada como croqui ou traduzida como esboço ou rascunho) costuma se caracterizar como um desenho rápido, feito com o objetivo de discutir ou expressar graficamente uma idéia plástica, bastante caracterizado pelo gesto de seu autor em atacar o papel com o instrumento de traçado.
Um croquis, portanto, não exige grande precisão, refinamento gráfico ou mesmo cuidados com sua preservação, diferente de desenhos finalizados. Costuma ser realizado em intervalos de tempo relativamente curtos, como períodos de 10 a 15 minutos. O que costuma ser mais importante no croquis é o registro gráfico de uma idéia instantânea, através de uma técnica de desenho rápida e descompromissada.

Fonte.:Wikipedia









Perspectiva





Define-se a perspectiva como a projeção em uma superfície bidimensional de um determinado fenômeno tridimensional. Para ser representada na forma de um desenho (conjunto de linhas, formas e superfícies) devem ser aplicados mecanismos gráficos estudados pela Geometria descritiva, os quais permitem uma reprodução precisa ou analítica da realidade tridimensional.
O fenômeno perspéctico manifesta-se especialmente na percepção visual do ser humano




Fonte.:Wikipedia









Vistas







Basicamento os desenho em vista tem tres tipo de informaçoes sobre os objetos a serem representados
1.Forma - as vistas informam sobre o aspecto e formato do objeto
2.Tamanho - as dimensões (cotas) informam sobre o tamanho do objeto
3.Outras Informações - notas não gráficas que informam sobre o processo de fabricação, etc.

Fonte.:
http://www.rau-tu.unicamp.br/~luharris/DTarq/DTarq_M3.htm





Desenho de observação




O desenho pode ser definido como a interpretação de qualquer realidade, visual, emocional, intelectual, ou outra, através da representação gráfica.
O Desenho de Observação assenta em quatro conceitos básicos: Enquadramento, Composição, Perspectiva e Proporções.
Desenho de observação deve ser sempre a mão livre.
O desenho de observação é sobretudo um meio para se adquirir o domínio sobre os fundamentos do desenho (que não são regras), sobre a percepção visual e sobre o espaço no qual se desenvolve, seja ela bi ou tridimensional.
No exercício do desenho de observação desenvolve-se o pensamento analógico e concreto, o senso de proporção, espaço, volume e planos.
A sensibilidade e a intuição são espicaçadas enquanto se passa a apreciar melhor os outros elementos da linguagem gráfica: textura, linha, cor, estrutura, ponto e composição.




Falta de Informação

Para perfeita delimitação das áreas de atuação de um profissional de DA, há que se destacar a diferença de atuação dos diversos profissionais que atuam neste mercado.


Para o público, os profissionais são e fazem a mesma coisa. Genericamente, na cabeça dos clientes todos são arquitetos. Decorador e Designer são sinônimos de arquiteto. Porém, para esclarecer e delimitar as áreas e atuações faz-se necessário o entendimento claro de cada um desses profissionais e de seus trabalhos:


a) Decoração: é aquele profissional que buscou aqueles cursos de curta duração ou até mesmo aqueles autodidatas. Suas atribuições são bastante restritas uma vez que o seu conhecimento sobre vários elementos componentes de um projeto é inexistente ou nulo. As suas funções restringem-se à escolha de acessórios (vasos, almofadas, cortinas, outros), móveis, cores para paredes e poucas coisas mais. Param por aí, pois não possuem o conhecimento necessário para interferências mais pesadas no ambiente. Não há projeto e detalhamento de mobiliários específicos.


b) Arquitetura de Interiores: está bem distante da realidade da Decoração ou do Design. O uso deste termo como algo similar ou referente ao DA fez-se tão somente por causa do status e valor – glamour - que o termo arquitetura agrega ao trabalho profissional. Na realidade, Arquitetura de Interiores diz respeito à parte estrutural interna da edificação e dentre essas temos as aberturas, fechamentos, janelas, portas, colunas, vigas, escadas estruturais, mas tem a ver também com a relação entre os espaços, destinação e usos destes espaços, enfim, tudo o que faz parte do esqueleto é Arquitetura de Interiores. É o antes do Design. Apesar de alguns arquitetos¹ alegarem que tiveram durante a sua formação essa disciplina e que ela os habilita para atuação em Design de Interiores, é uma afirmação inverídica, pois no Brasil apenas em cinco cursos constam em suas matrizes curriculares disciplinas específicas em Interiores – e mesmo assim nada de Design aparece nem no nome da disciplina nem no ementário. Este profissional, raramente projeta e detalha móveis e, assim como o Decorador, busca opções já prontas no mercado como móveis de linha ou planejados.


(...)


Aproveito para fazer um aparte neste ponto. Acho engraçado como alguns arquitetos teimam em atacar e atrapalhar o trabalho dos Designers. Digo isso pois pelo visto não deve haver nada de mais importante e sério para eles fazerem como, por exemplo, dentro de suas próprias cidades, junto à administração pública, buscar soluções para as mazelas urbanas. É mais fácil atacar quem está quieto fazendo o seu trabalho para o qual foi devidamente capacitado, treinado e habilitado e não tem poderio de fogo que as prefeituras e câmaras de vereadores exigindo das mesmas que realizem melhorias. Outra coisa é que adoram criticar a péssima fiscalização do CREA sendo que não se dispõem a ajudar. Só coloquei estes dois exemplos para incitar a análise de quem lê este trabalho. Se formos olhar bem para nosso bairro, cidade, estado, país ou planeta não é nada difícil perceber o tanto de trabalho realmente arquitetural há por se fazer. Há coisas mais importantes a se fazer senhores alguns arquitetos.


c) Design de Interiores/Ambientes: o profissional de Design é habilitado para atuar em intervenções que possa ocorrer já desde o momento da concepção do projeto arquitetônico auxiliando o arquiteto a resolver os espaços da edificação de forma a atender melhor as necessidades do cliente. Após a obra pronta, o designer entra em cena para fazer o fechamento/coroamento da obra através da escolha das cores, texturas, revestimentos, mobiliário, os layouts ergonomicamente corretos, a iluminação adequada, o ajuste de algum elemento arquitetônico que esteja atrapalhando ou que esteja esteticamente desagradável. Enfim, o profissional de DA carrega um vasto conhecimento sobre como as pessoas habitam e usam seus espaços. Ele não se preocupa com a escultura que é a edificação e por isso tende a realizar os projetos com maior complexidade e perfeição.


"Diferente do que prega um grande arquiteto brasileiro em um livro de sua autoria onde narra uma história ocorrida com uma cliente sua. A mesma foi reclamar com ele pois seu filho pequeno caiu de um beiral com 1,5m de altura e fraturou a perna. Em resposta, ele simplesmente diz que agora ele aprendeu que não se deve chegar próximo do beiral. Um profissional de DA certamente não daria uma resposta absurda dessa apenas com a intenção de proteger a sua escultura, obra de arte."


[1] Antes de qualquer confusão ou generalização como tem ocorrido em alguns fóruns de discussões sobre os assuntos aqui abordados, deixo claro que em nenhum momento eu ou qualquer um dos outros Designers que compartilham desta mesma opinião estamos generalizando. O grifo sobre “alguns arquitetos” (que usarei a todo momento que esta referência aparecer neste trabalho) serve para chamar a atenção ao sentido exato da colocação: ALGUNS profissionais de arquitetura e não TODOS como tem sido interpretada esta colocação exatamente por estes “alguns” com a intenção explícita de provocar todos os outros arquitetos contra os Designers.


Fonte .:Artigo retirado do site http://design.pop.com.br/blog/

Diferença

"Digamos que seria o mesmo que comparar um curandeiro com um Cirurgião ou uma emprega que cozinha com um Chefe de cozinha"

Designer ou Decorador?

-O Decorador é aquele profissional formado (ou não) naqueles cursinhos de finais de semana ou de curtíssima duração (antigos do SENAC, por exemplo). Sua função é a escolha de acessórios como vasos, toalhas, almofadas e afins. Na realidade o seu trabalho não passa de uma maquiagem no já existente.

-O Designer de Interiores e ambientes, além do trabalho do Decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades, explicitas ou não, dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. A reconstrução do espaço a ser habitado ou não através da releitura do layout, da ampliação ou redução de espaços, dos efeitos cênicos e aplicações de tendências e novidades técnicas, do desenvolvimento de peças exclusivas entre outras tantas atribuições deste profissional. Está apto a elaborar projetos em paisagismo e light design de áreas externas, concepção de praças, clubes e parques. Sua atuação nas áreas que tenham elementos estruturais, que são aqueles que realmente podem colocar em risco a vida do usuário, apenas como formalidade e segurança técnica, sob a supervisão/acompanhamento de um engenheiro estrutural.

Uma pequena apresentação

Design de interiores


O design de interiores, confundido por vezes com decoração de interiores, é uma técnica cenográfica, visual e arquitetônica de composição e decoração de ambientes internos (cômodos, casas, residências, escritórios, palácios etc.).
Consiste na arte e prática de planejar e arranjar espaços, escolhendo e/ou combinando os diversos elementos de um ambiente estabelecendo relações estéticas e funcionais que dependam do fim a que este se destina.

Profissão
Antes de tudo, deve-se estar certo de que o dom é um dos pontos altos para a escolha desta profissão. O Design de interiores é com certeza uma arte. Requer sensibilidade, bom gosto e muito conhecimento sobre artes. É claro que o gosto do cliente deve ser respeitado, porém a experiência e seriedade do profissional falam mais alto.
Para exercer a profissão de designer de interiores é necessário uma gama de conhecimentos que vão deste história da arte, ergonomia e psicologia ambiental, entre outros.

Fonte.: Wikipedia

Intruso ou Aliado



A discussão entre arquitetos e engenheiros pelo estabelecimento dos limites de cada profissão acaba, quando se define Arquitetura como responsável pela criação do espaço para viver. Teoricamente, cabe a Engenharia a tarefa da edificação propriamente dita, desde o cálculo estrutural, fundação e estrutura, até os projetos elétrico-eletrônico, hidráulico e de telefonia, além de projetos especiais como segurança, preservação e combate a incêndio, entre outros. Na prática, as coisas se mesclam na medida do possível. Espaço, do latim spatiu, significa distância entre dois pontos, ou a área ou o volume entre limites determinados. Em Arquitetura, é aquele que é gerado e limitado pelos elementos arquitetônicos, e no qual se manifestam, para quem nele demora, as diferentes dimensões da forma arquitetônica, visual, tátil, auditiva, odorífica. Isto, tanto vale para o espaço interior como para o exterior. Afinal, alpendres, jardins, pátios e varandas fazem parte de uma edificação. Os materiais usados, a cor e a textura, a iluminação artificial e natural, os reflexos e sobras, sem esquecer a mobilidade do observador de determinado espaço por meio de diferentes perspectivas integram também a obra arquitetônica. Por fim, complementa-se com os móveis, objetos e obras de arte.
Na mesma razão em que arquitetos e engenheiros dividem tarefas referentes ao projeto, administração, construção e manutenção das edificações, arquitetos e designers de interior somam-se durante o processo da Decoração. Ainda que para Auguste Perret - criador do concreto armado, "a necessidade da Decoração se faz no sentido de corrigir erros da construção", o dicionário do Aurélio Buarque de Holanda diz que, se trata do ato ou efeito de decorar, isto é, de efetuar o arranjo de determinado espaço arquitetônico, com a instalação de mobiliário, obras de pintura e escultura, tapeçarias, cortinas, etc. Em outras palavras, o Design de Interior procura resolver os problemas referentes ao uso dos diferentes espaços da habitação, além de clubes, escritórios, hotéis e restaurantes, entre outros.


sábado, 18 de outubro de 2008

Sites de Interesse




Associação Brasileira de Designers de Interiores






"A ABD congrega profissionais, empresários e entidades educacionais relacionadas ao Design de Interiores e tem como missão colaborar com o desenvolvimento do mercado e fomentar a prática profissional dentro de princípios éticos elevados."






















Arco WEB - Informativos





"Agrega todo tipo de informaçoes com relaçao a Arquitetura, Interiores, Design, Eventos e todo que está relacionado as mesmos."










"O Instituto Brasileiro de Design de Interiores (IBDI) é uma escola focada no ensino de áreas do design, como Interiores, Paisagismo. A proposta é capacitar o aluno ao mercado de trabalho, atento às principais novidades e tendências da atuação profissional."



sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Apresentação

Em construção...

Blog - por:. RAS Design

Meu nome é Rebeca, aluna do Curso de Design de Interiores na Fic, montei este blog especiamente para trocar ideias e informaçoes sobre Design de interiores e tudo que estiver relacionado a ele. Tive essa idéia, pois vi a necessidade de pesquisa e informaçoes sobre o design de interiores em um unico lugar.
Falar sobre o Design nao somente para pessoas que ja tem algum conhecimente sobre este, mas tambem para aquele que ja tem um interesse em conhece e/ou tenham curiosidade de saber como funciona, do que se trata ou como é profissionalmente.
Estarei sempre disponiveis a sugestou e criticas construtivas.
Agradeço desde de então.


Por. Rebeca A.S.